sexta-feira, 29 de outubro de 2010

Decadência

Sempre me fascinaram os ciprestes. Lembranças de Arnold Bocklin, de Van Gogh, da morte, ou simplesmente, pela sua forma e cor?
Não sei, mas essa atracção vem de há muito tempo. Há um quarto de século plantei, eu próprio,
na minha casa do Gerês, inúmeros ciprestes, tantos quantos os que pintei. Agora,  no final da vida,
sempre que vejo um cipreste penso na Itália e associo-o à extinção da vida e de uma civilização.

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